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Artes que andei fazendo

Olá visitante,seja bem vindo!


Esse blog teve origem na minha imensa paixão por viagens e todo artesanato que vejo no caminho.


O objetivo deste blog é incentivar pra quem curte, roteiros de viagens às quais já fiz. Mostrar os trabalhos manuais que faço e falar na medida do possivel, sobre dicas de cultura e lazer.


Na condição de bom mineiro, quero expressar o que Minas Gerais tem de bom , afinal mineiro não vive só de pão de queijo e cafezinho, mas que é bom isso é.


Abraço a todos!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Santuário Serra da Piedade em Caeté (melhor vista de Minas)


Pessoal, Desculpem a ausência, mas muitos fatos aconteceram e tive de dar prioridade a outras demandas, mas não me esqueço desse espaço.

Dessa vez o destino é o belíssimo Santuário Nossa Senhora da Piedade,  localizado a 48 km da capital mineira e a 16 km do município de Caeté, poucos mineiros conhecem até mesmo os mineiros da capital embora o local disponha de infra estrutura restaurante lanchonete e uma belíssima vista.
Um cenário de riquíssima beleza natural, no alto da montanha, a 1746 metros de altitude.

Ideal para a reflexão, oração, o Santuário abriga a Padroeira de Minas Gerais é propício para quem busca a tranquilidade e a beleza da natureza.
Do alto, em dias claros, é possível ter uma das mais belas vistas das montanhas de Minas. São 360 graus de panorama, uma das mil belezas que só a natureza pode oferecer naquele local. Em dias mais frios e nublados, o espetáculo fica ainda mais bonito.
Do topo da Serra da Piedade é possível avistar a paisagem do verde das matas subindo e descendo montanhas, e onde se avista nove cidades: Belo Horizonte, Caeté, Contagem, Lagoa Santa, Nova União, Raposos, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano.

A respeito da história do local é curioso, pois a igreja foi construída no topo da montanha e estrategicamente tem vista para as principais cidades do entorno, os fidalgos portugueses chegaram ao local por volta do século XVIII e construíram na Serra da Piedade um rústico eremitério e, ao lado, uma igreja dedicada à Nossa Senhora.


Em 1956, o Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Santuário Nossa Senhora da Piedade foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan aprova, em dezembro de 2010, a extensão de tombamento do conjunto arquitetônico e urbanístico da Serra da Piedade em Minas Gerais. Com a extensão de tombamento, o polígono de proteção: abrange a antiga área tombada pelo Iphan, os tombamentos estadual e municipal, além de garantir a visibilidade do bem, incluindo sua linha de perfil, os recursos hídricos, a biodiversidade e os aspectos cênicos.
No local já foram construídos mais uma igreja, o observatório onde se pode ver em noites limpas, o mais belo céu de estrelas pelo maior telescópio de minas, a gruta do eremita onde o frei se recolhia para meditar, mas enfim tanta estória merece mais outra matéria.

Não há ônibus que vá ao local a não ser ônibus de excursão, pista pavimentada até o local  em boas condições (pista estreita para um veiculo somente) bom restaurante, nada de excepcional mas uma vista muito bonita, lanchonete e venda de artesanato. 

Sobre o Observatório Astronômico Frei Rosário (aberto ao público), sem necessidade de agendamento, no primeiro sábado de cada mês e em eventos astronômicos importantes. MAS ESTÁ FECHADO AO PÚBLICO DESDE SETEMBRO, SEM MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O  PORQUÊ ISSO ACONTECEU.  Sempre atenderam às quartas e sextas-feiras escolas e demais grupos interessados.

COMO CHEGAR
A partir de Belo Horizonte pegue o anel rodoviário no sentido de João Monlevade. Siga em frente pela BR-381 (Antiga BR-262) até o trevo de Caeté. Entre à direita no sentido de Caeté até o trevo indicando o Santuário Nossa Senhora da Piedade. Entre novamente à direita até o alto da Serra (aproximadamente 5 km). 

Mais informações: (31) 3651.1672
Alto da Serra da Piedade, s/nº - Caeté/MG -CEP: 34800-000 - Caixa Postal nº 60

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Visite Santo Antônio do Rio Abaixo


Localizado em Minas Gerais, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo faz limite com as cidades de Conceição do Mato Dentro, Morro do Pilar, São Sebastião do Rio Preto e situada na bacia do Rio Doce, Santo Antônio do Rio Abaixo está a 190 km de Belo Horizonte, pelas MG-010, BR-381 e BR-120

Sua população estimada em 2010 era de 1.777 habitantes. Um pequeno povoado que encanta. Por ter sido construído seguindo as correntes das águas, recebeu a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo fica no distrito de Conceição do Mato Dentro.
Entre morros e serras, é uma típica e pequena cidade do interior de Minas Gerais, embora desde os anos 80 venha perdendo grande parte do seu casario típico para construções de alvenaria. Atualmente, as construções mais antigas se restringem aos casarões das fazendas em torno da cidade.

O ponto mais alto próximo da zona urbana é o Monte Cristal, com 897 m de altitude. O rio Santo Antônio é o principal rio da cidade e suas águas com corredeiras são a grande atração da cidade. O esgoto produzido pela cidade ainda não é tratado e é despejado bruto no Rio Santo Antônio não sei o que os governantes pensam, talvez seja degradar pra depois cuidar, meio ambiente não é tratado como prioridade em muitas cidades.
Nos limites do município, há o rio de Peixe, cujas cascatas e cachoeiras atraem muitos turistas todos os anos.

Existe uma ponte construída há quase um século sobre o Rio Santo Antônio, um dos poucos testemunhos arquitetônicos do início do século passado que sobreviveram ao crescimento de Santo Antônio do Rio Abaixo.
Entre inúmeras cachoeiras pra se olhar: Cachoeira do Chuvisco Cachoeira do Cristal  Cachoeira da Bahia Cachoeira do Angico Cachoeira Martins Leite Cachoeiras do Limão Cachoeira do Ribeirão Cachoeira do Domingo
Entre praias, poços, balneário e piscinas naturais.
Debaixo da cachoeira do Chuvisco há uma gruta, que é a grande atração da cachoeira, pois, pode se passar em baixo da catarata sem se molhar.

As "cachoeiras do Limão", estão no plural porque essas três cachoeiras formam o poço do Limão, o maior poço da cidade em profundidade. Elas estão num vale, o "vale do poço do Limão", ele começa num rio que deságua no rio Santo Antônio e vai até o final do poço, nesse percurso há uma enorme ilha que abastece o gado dos fazendeiros mais próximos.

Na cachoeira da Bahia há oito cachoeiras (três cascatas e cinco corredeiras), mas a verdadeira cachoeira é a primeira do lado direito do rio.

A cachoeira do Domingo só é cachoeira por causa do grande poço que ela tem (poço do Domingo), porque, se ela não estivesse esse poço, não seria cachoeira, pois, na época da seca, ela fica com menos de um metro. Além disso, quando é época de cheia, o rio sobe o paredão da cachoeira e ela pode chegar até dez metros de altura.

Como chegar:
190 km de Belo Horizonte, pelas MG-010, BR-381 e BR-120
Pela rodoviária
Viação Saritur – consultar os dias na estação da rodoviária Belo Horizonte.
Mais informações:
Pergunte a este que vos fala pelo blog

Para ambientalistas, texto aprovado do Código Florestal ampliará o desmate


Para ambientalistas, texto aprovado do Código Florestal ampliará o desmate


O Estado de São Paulo
Apesar de a recuperação de 15 metros das margens de rios com até 10 metros ter ficado no Código Florestal, o relator Paulo Piau conseguiu aprovar seu parecer na íntegra, derrubando 21 pontos do texto do Senado que garantiam mais proteção às florestas.
Para Tasso Azevedo, consultor ambiental, essas mudanças tornam o texto muito pior e o resultado pode ser considerado vitória dos ruralistas. ‘Não resta saída a Dilma senão vetar’, diz.

Um dos recuos é em relação ao cadastro rural. O texto do Senado dava um prazo de cinco anos para que os produtores fizessem o cadastro e só com isso eles poderiam pedir o crédito rural. Essa necessidade caiu.

Outro ponto é o que permite que terras indígenas e Estados da Amazônia que têm mais de 65% de sua área protegida por unidades de conservação (UCs), como o Amapá, tenham uma redução da reserva legal de 80% para 50%. ‘Isso pode ser o caso também de Roraima. Já tem gente incentivando a criação de novas UCs para poder reduzir a reserva legal e desmatar mais’, afirma Tatiana de Carvalho, da campanha Amazônia do Greenpeace.

‘O pessoal ficou muito focado no artigo 62 (que falava da restauração das APPs) e se esqueceu dos outros pontos que podem aumentar muito o desmatamento’, diz. Segundo ela, o que eventualmente venha a ser recuperado nas APPs não chega a compensar o que poderá ser desmatado agora. ‘O texto tem tantas brechas que concedem anistia que a degradação só vai crescer.’

‘Esse resultado mostra que o que é interesse público, como ar, água, é negociado como moeda de troca. A chantagem venceu o Brasil. O governo não operou, não fez absolutamente nada para mudar a situação. Quando perdeu na aprovação do texto da emenda 164 (que anistiava os desmatadores), em maio do ano passado, o placar foi de 273 a 182. Agora foi 274 a 184. O governo deixou isso acontecer’, afirma Mario Mantovani, diretor da SOS Mata Atlântica.

Ele cita como ponto dramático a retirada do Código da definição de pousio (período sem uso do solo), que o texto do Senado considerava ser uma interrupção temporária de atividades agrícolas ou pecuárias por, no máximo, cinco anos em até 25% da área produtiva da propriedade.

‘A ideia de pousio agora pode ser aplicada para tudo. Por exemplo, uma área abandonada por um proprietário que depois de muitos anos se regenerou e hoje apresenta uma mata secundária de novo poderia voltar a ser ocupada se ele alegar que é só um pousio e tem intenção de plantar de novo. Isso pode acabar com a Lei da Mata Atlântica’, declara.
Públicado na categoria Notícias. Favoritar essa página.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

VISITE O MUSEU DAS REDUÇÕES EM AMARANTINA

Pois é! Pertinho de você a 25 km do centro histórico de Ouro Preto, fica o distrito de Amarantina, a pequena cidade tem uma particularidade que me atraiu muito; o Museu das Reduções, considerado uma das mais genuínas expressões do talento e da arte mineira.

Obra da iniciativa privada, sem fins lucrativos, idealizada, projetada e executada pelos irmãos Vilhena, Ênio, Décio, Evangelina e Sylvia, ao longo dos últimos 27 anos.

O Museu abriga em seu acervo relíquias da arquitetura brasileira, monumentos históricos tombados, reproduzidos artisticamente em escala reduzida, observando-se rigorosamente a utilização dos mesmos materiais empregados nas edificações originais.

São mais de 25 réplicas de monumentos de 15 Estados do Brasil, expostas em jardins suspensos, que retratam com perfeição os 5 séculos de nossa arquitetura.

Visitação : segunda-feira a domingo das 9h às 17h30



Fácil de chegar! Se quiser programar seu roteiro se hospede na cidade vizinha : Cachoeiro do Campo tem uma pousada lá muito bacana "POUSADA BURGANVILLE" de senhoras muito gentis, eu fui muito com a cara delas se tiverem de bom humor você vai comer bolinho de chuva pela manhã. (rs)

Depois de visitar Amarantina vá a Ouro Preto, e sobre as Belezas de lá é assunto pra noticia de outro dia!
Animou visitar Amarantina? Saiba como chegar:

Rua São Gonçalo, 131 - Amarantina - Minas GeraisTel .: (31) 3553-5182



Vindo de Belo Horizonte sentido Ouro Preto
Permaneça na BR-356 (18,7 km)                 
Curva acentuada à direita na R. Francisco Coelho (700 m)
Vire à direita na R. Benedita G Xavier (300 m)
Vire à direita na R. São Gonçalo (270 m)


Site:
http://www.museudasreducoes.com.br/
http://www.projetoreducao.com.br/

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

SERRA DO ROLA MOÇA E DO CURRAL EM CHAMAS



Faço minhas as palavras que minha irmã postou no Facebook: "Em Minas, estão ardendo em chamas a Serra do Rola Moça e a Serra do Curral! Só não arde os olhos dos governantes; eles só têm olhos para a Copa do Mundo e para o próprio umbigo. Senhor prefeito e senhor governador, se as pessoas não têm cultura, consciência e educação ambiental, o papel do Estado é de POLÍCIA ADMINISTRATIVA. Prefeito e governador cadê a fiscalização, cadê as rondas, tão importantes e necessárias neste momento? Não deveria ser para isso uma parte de nossos impostos? Este é o resultado em nomear pessoas com cunho político e não de conhecimento para administar as Cidades e o Estado. Por falar em Cidades, a nossa Belo Horizonte esta IMUNDA; é lixo prá todo o lado! Quando chegar o tempo das "águas" o resultado será bueiros entupidos e inudanções; vemos isto todos os anos. Prefeito e Governador não é só de COPA do MUNDO, construção de estádios e hotéis que a cidade vive: cuidado, a eleição vem aí!"






E TEM MAIS... QUANDO NÃO TIVER MAIS NADA OU QUASE NADA, OS ESTRANGEIROS VÃO QUERER A PARTE DELES... E AI ENTÃO QUEM SABE INSTALEM UMA NOVA DITADURA NO PAIS? CREDO!!!


Detalhe: Fotos retiradas dos jornais do Brasil e Estado de Minas respectivamente, dois jornais de grande circulação e credibilidade. Serra do Rola moça/ Serra do Cipo/ Serra do Curral

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

VISITE IPOEMA E CONHEÇA A CACHOEIRA ALTA E MUSEU DO TROPEIRO

O que posso falar de Ipoema? Cidade mineira onde o verde impera! Fica no município de Itabira, terra do poeta Carlos Drummond de Andrade, 86 km de Belo Horizonte entre Ouro Preto e Diamantina, sendo esta uma das principais vertentes da Estrada Real. (Por falar nisso, tudo que é lugar em Minas faz parte da estrada real) pertence ao Circuito do Ouro e Circuito Estrada Real.


Região de temperatura quente.


A denominação Ipoema significa “Ave que Canta” não vi NENHUMA por lá.


A cidade possui um belo resgate histórico (pós Estrada Real) com a criação do Museu do Tropeiro, e uma exposição criada pela comunidade local para mostrar os apetrechos usados pelos tropeiros antigamente. O museu mostra a importância do distrito na época em que se intensificou a circulação de várias tropas que transportavam alimentos para abastecer o Distrito de Diamantina e as riquezas mineiras para o Rio de Janeiro, que seguiam deste para a Europa.


Além das belezas naturais, das corredeiras, das matas, das tradições em culinária e artesanato, o visitante tem a possibilidade de apreciar o turismo de Ipoema com esportes radicais como trekking, canoagem, caminhadas, e etc; e ainda pode conferir a fascinante história de Minas na época do Brasil Colônia.


Hotel fazenda, pousada e sítios para quem quiser se hospedar, mas que tiver perto de Belo Horizonte dá pra ir e voltar no mesmo dia.


Refeições modestas, simples, mas boas.


Existem três roteiros diferenciados para quem quiser aproveitar o local como turista:


ROTEIRO DO MACUCO - PONTO ALTO DO PASSEIO :CACHOEIRA ALTA OU CACHOEIRA DO MACUCO (LINDA) GRAU DE DIFICULDADE * ALTO


ROTEIRO DO BONGUE – PONTO ALTO DO PASSEIO: CACHOEIRA DO BONGE E SERRA ALVES PELA VISTA – TAMBÉM LINDISSIMA. GRAU DE DIFICULDADE * MÉDIO FICA LONGE


ROTEIRO DO TROPEIRO – PONTO ALTO DO PASSEIO MUSEU DO TROPEIRO, MATRIZ E POÇO FRIO – PONTO ALTO DO PASSEIO : MUSEU DO TROPEIRO. GRAU DE DIFICULDADE: *BAIXO


Capital Distância


Belo Horizonte (MG) 86 Km 01:05h


Tem ônibus que parte da rodoviária:


End.:Praça Rio Branco s/n - Centro


Tel: (31) 3271-3000


Horários:


8:30 todos os dias


15:45 segunda a sexta


Ônibus: Saritur


Tel.: (31) 3272-8525

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Monte Verde um bom lugar pra NÃO se lembrar

Feriado em Belo Horizonte aproveitei pra fazer uma visitinha a tão dita “Bela” cidade de Monte Verde, que fica no distrito de Camanducaia divisa de Minas com São Paulo, já estive em Monte Verde em outra ocasião e sinceramente era uma cidade encantadora mas agora, só vi destruição.

Para quem gosta de fugir da correria de cidade grande, namorar, curtir o friozinho e comer bem, a opção eu diria que é Monte Verde, agora eu digo; fuja de lá vá pra Campos do Jordão.


Embora melhorias na via de acesso foram feitas que antes era de terra, por outro lado encontrei uma cidade inteira em obras, buracos nas calçadas, bocas de lobo sem tampão, muita poeira, os hotéis e pousadas se multiplicaram sem a garantia do bom atendimento, o trânsito é outro caos os carros ficam por onde quiser no centro, dificultando não só a passagem das pessoas como de outros veículos... é triste ver mas achei a cidade antes acolhedora e linda, agora muito comercial e mal tratada... visão claro, de quem já esteve por lá antes.

Os poucos atrativos naturais agora foram sucumbidos pela ocupação desenfreada, um tal de city tour que eu fiz, não vi nada de belo pelo caminho... e os preços? Não gostei. Atendimento ? 0 a 10 ? daria uns 5. Gente bonita? 5 também. Culinária? Já vi melhores, embora que por lá ainda tenha uns bons restaurantes de qualidade, dos mais simples aos mais sofisticados.
Se for a Monte Verde não vá com pressa, não crie expectativas, a beleza da paisagem que antecede a cidade só serve pra iludir o turista... O casario em estilo Alemão misturado a falta de organização, poeira, esgotos abertos, falta de sinalização, fazem de Monte Verde um local sem referencia e ainda arrisco dizer anti-turismo e anti-ecológico. Agora, pra se dar bem de verdade hospede-se em um hotel 5 estrelas e fique nas suas dependências com certeza você irá gostar, pois luxo e sofisticação há naquele pé de serra que pouco tão se lixando pra cidade como um todo.

Mesmo assim quem quiser ir deixo uma ficha técnica do local:

Para chegar a Monte Verde, siga pela Rodovia Fernão Dias (BR-381) até a cidade de Camanducaia (utilize a Saída 918). A partir daí, acompanhe as placas de sinalização: são mais 30 quilômetros até a vila.



Espalhados por toda a vila de Monte Verde encontram-se inúmeros restaurantes, casas de chá, lanchonetes e bares, cujos cardápios variam do trivial ao exótico.

No período entre junho e setembro que acontecem as temperaturas mais baixas do ano: nessa época, as temperaturas frequentemente ficam negativas e ocorrem as geadas. Mas eu estive lá nessa ocasião e o clima estava seco e até quente.

ENFIM, VAMOS ACREDITAR QUE A PREFEITURA DE CAMUNDUCAIA FAÇA ALGO PARA TORNAR A CIDADE BONITA E ACOLHEDORA NOVAMENTE.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Projeto de novo Código Florestal gera polêmica e baixaria na câmara e blá blá blá

Tentiva do governo de votar nesta ultima quarta-feira pela Câmara dos Deputados o projeto do Código Florestal foi por água abaixo, é lastimável ver que quem votamos para representar o Brasil não tenham entrado num consenso e pior ainda o tal relator da proposta Aldo Rebelo (PCdoB-SP) tratou com OFENSAS pessoais a ex-ministra do meio ambiente Marina Silva.

"Marina Silva afirmou que o texto a ser colocado em votação tem “pegadinhas” e citou como exemplo o ponto incluído por Rebelo que autoriza os municípios a não seguirem a regulamentação do Código Florestal em áreas destinadas à produção de alimentos, desde que essa produção seja declarada de interesse nacional."

O fato é que devemos sim TEMER (discutir, regulamentar até chegar a um consenso justo) a aprovação do substitutivo, pois, diversos pontos do código aprovado pelo relator geram revolta de ambientalistas; Este substitutivo propõe mudanças sutis  nas palavras usadas que alteram o Código Florestal, legislando a favor de quem desmata, não preserva, e trata com possivel descaso a manutenção das áreas de preservação permanente.

Nas palavras da Economista da Rede Globo, Mirian Leitão

"O texto do novo Código Florestal chegou muito tarde e algumas palavras-chave mudavam completamente o sentido da lei. Um item falava, por exemplo, da recomposição da reserva legal, ou seja, de replantio. Mas a palavra foi trocada por regularização, que talvez signifique aceitar tudo como está, o fato consumado, o desmatamento feito ilegalmente. Isso gerou um clima. Inclusive o próprio líder do PT, Paulo Teixeira, disse que desconhecia essas mudanças."

"A negociação de ontem mostrou que no quinto mês o governo não tem controle sobre a base, que está completamente rachada, que assuntos importantes estão sendo decididos dessa forma. E o PT fazendo obstrução de um tema que, inicialmente, foi o próprio governo que quis que fosse feita a modificação. Mostra ainda como não se deve decidir o futuro do país."  

Sinceramente, de cunho pessoal eu escrevo e arrisco profetizar que se não cuidarmos das enconstas e das matas no agora, não teremos água de qualidade para o interior das cidades e nas capitais no futuro. Além do mais se desmatou tem de replantar... se prejudicou tem de repensar... e não calcar com um projeto de lei dando margem às ilegalidades, isso é pensar no futuro... também as áreas verdes tem de ser mantidas, afinal vamos olhar pras tragédias no Rio de Janeiro com desabamentos, isso em areas verdes gtrandes centros, alagamentos em SP, desastres ecologicos no Sul do pais, Minas Gerais e outros... até quando temos de eleger estes que estão lá para defender uma minoria e prejudicar outros milhares???...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

CARRANCAS o paraiso perdido

Gostaria de dar um oi para os internautas e pedir desculpas para os que acompanham o blog, tou há um tempo sem dar noticias de viagens... pois então, o roteiro que venho tratar nessa matéria é o de uma cidade conhecida por CARRANCAS.

Apesar de ser considerada como um dos mais recentes polos de ecoturismo em Minas Gerais, Carrancas se destaca pelos inúmeros atrativos naturais que oferece e pelos tradicionais hábitos e costumes de seus habitantes... não vi nada muito intocado, preservado, nem tampouco uma cidade voltado para o turismo.


Realmente tudo muito belo, muito bacana mas em tempo de chuva o barro é imperante nas estradas de terra que levam às cachoeiras, e encontrei por lá muito pasto e vacas que transformam o roteiro sob o solo de cerrado um desafio para quem quer chegar as tais cachoeiras. Existe também a degradação ambiental. Exemplo disso é a cachoeira da Fumaça e Seus Arredores- Queda d’água com 22 metros de altura e grande volume de água, esta cachoeira é o cartão-postal da cidade, pasmem, extremamente poluída lindíssima, mas é só pra olhar, há um bar no local, nada de excepcional. Fica na estrada para Minduri, a 8 quilômetros da cidade. Na sua frente você verá a cachoeira Véu de Noiva com 32 metros de altura e um poço para nadar (eu não nadei, também não sei das origens da agua).


Em época de chuva não se aventure a procurar a região, o acesso fica muito difícil as estradas podem conter barro e ficar em um atoleiro seja de carro, caminhão ou ônibus; os acessos as cachoeiras pelo mato pisado de boi que os fazendeiros criam na região conferem uma mistura de barro preto e estrume de vaca, o que conferem uma aventura extra ao visitante.

Abaixo fotos das cachoeiras da Zilda e Serrinha, respectivamente.




Descubra Carrancas, mas na medida do possível preserve, a natureza lhe retribuirá em dobro!


Ficha técnica:


Latitude – 21º 48’ 75” S


Longitude – 44º 64’ 25” W


Altitude – 1.052 m


Área – 728 km2


População – 4.058 hab. – 1996 (parece que tem uns 1000 habitantes no olhar)


Dens. demográfica: 5 hab. km2


Clima – tropical de altitude


Biomas – transição cerrado/ mata atlântica


Economia – agricultura, pecuária leiteira, laticínios e turismo.


(Detalhe fui durante o carnaval deste ano 2011, ele fizeram um carnaval antecipado e colocaram uma faixa com os dizeres “BEM VINDO A CIDADE DO DESCANSO” me pareceu que não gostam muito de turistas, há uns bons restaurantes e bares mas tudo muito caro e com atendimento a desejar, não queira ir a padaria depois das 10hs encontrará tudo fechado, movimento de festividades de carnaval nas ruas... zero )


Muitos Paulistas visitam a cidade pela proximidade, da arte Carranquense vi muito pouco, nada realmente interessante as tais carrancas que deveriam ser o mote da arte local não vi nada expressivo atualmente existem poucos artesões no município e do artesanato que vi nas associações e locais típicos não gostei . Ótimas pousadas no entorno com preços variados pra publico muito ou pouco exigentes, tem uma área de camping pra quem gosta nas imediações da cachoeira da Zilda se não me engano e belas paisagens, a cidade é muito “bonitinha” mas não traduziu o que se espera de uma cidade turística.


Principais distâncias rodoviárias (km):
São Paulo – 411 Presidente Dutra / 430 Fernão Dias


Rio de Janeiro – 421


Belo Horizonte – 286


Brasília – 1.060


Vitória – 850

Como chegar:
De Belo Horizonte, pegue a Rodovia Fernão Dias até a entrada para Lavras (saída 678), você estará então na rodovia BR 265 (Lavras - São João del Rei) onde, após 54 kms chegará ao município de Itutinga. De Itutinga até Carrancas são mais 26 kms onde se pode avistar a represa dos Camargos, o rio Capivari, a bela mata nativa e finalmente a Serra de Carrancas.


Até o próximo roteiro pessoal!!!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

VALE VERDE ALAMBIQUE E PARQUE ECOLÓGICO

Localizado em Betim/ MG, o Vale Verde Parque Ecológico abriga o cenário perfeito para formação educacional, social e ambiental. Distante apenas a 42 km de Belo Horizonte, o local é uma reserva natural que mistura beleza, cultura e lazer.
Projetado para preservar a fauna e flora, a história do local nasceu de uma paixão; de fazenda de gado leiteiro a parque ecológico e alambique de uma das mais famosas cachaças do Brasil.
Em meados dos anos 80, o dono da fazenda Vale Verde, apaixonado por aquelas terras e por tudo que dali brotava, iniciou a produção das cachaças Minha Deusa pura e Vale Verde envelhecida. Com o passar do tempo, a produção artesanal tornou-se empreendimento de sucesso e de escala. Daquele momento em diante, o nome da fazenda mineira ganhou o Brasil e o mundo nas garrafas do seu destilado.

Este lugar deu vazão às paixões de seu idealizador que, à fazenda, integrou o cultivo de orquídeas e a criação de aves silvestres.

Muita gente foi conhecer e, com o aumento do número de interessados em desfrutar das atrações do lugar, surgiu a idéia de inaugurar o alambique e parque ecológico – lugar de natureza, lazer e aventura, para todo tipo de gosto, para toda e qualquer idade.


ALGUMAS ATRAÇÕES DO LOCAL


Passeio de charrete,


viveiro encantado de lóris,


trilha ecológica,


pedalinho e tirolesa.

#  Destaco a exposição de pássaros raros, como a Harpia (o maior rapinante das Américas) e de orquídeas (são 20 mil exemplares em todo Parque).

# Para os adultos, são oferecidas visitas ao processo de produção da cachaça Vale Verde. Também há a visita ao museu que conta a história da bebida e degustações “cuidado pra não voltar atordoado pra casa”.

# Outro destaque é a maternidade de aves onde os visitantes poderão conhecer o processo de reprodução e crescimento dos animais, com segurança e sem colocar em risco a vida e saúde dos filhotes.

O Parque recebe ainda, grupos escolares onde são desenvolvidos roteiros pedagógicos personalizados. Possui, também, um belo restaurante com cardápio de cozinha mineira. Minha sugestão de sobremesa é a banana Split flambada na cachaça;


HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:


• Segunda à domingo das 9h às 17h30 (inclusive feriados)


• Atrativos de Lazer e Aventura: somente sábados, domingos e feriados.



TARIFÁRIO:

• Adultos:


R$ 15,00 (Sábados, Domingos e Feriados)


e R$ 10,00 (Segunda à Sexta)


• Crianças: (para crianças com até 1,35m)


R$ 7,50 (Sábados, Domingos e Feriados)


e R$ 5,00 (Segunda à Sexta)


Para mais informações, entre em contato com o nosso atendimento pelo e-mail atendimento@valeverde.com.br ou através do telefone (31) 3079-9108.






COMO CHEGAR:





VALE VERDE ALAMBIQUE E PARQUE ECOLÓGICO


ROD. MG 50, KM 39 - BAIRRO VIANÓPOLIS - BETIM/MG - BRASIL - TEL: +55 31 3079 9108 VALE VERDE NA REDE